<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Marzão Digital</title>
	<atom:link href="http://pensamenteando.com/2009/08/03/marzao-digital/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://pensamenteando.com/2009/08/03/marzao-digital/</link>
	<description>Um blog sobre pensamentos.</description>
	<lastBuildDate>Sat, 04 Feb 2012 09:11:57 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
	<item>
		<title>Por: Como falar sobre o que você não leu &#171; Pensamenteando</title>
		<link>http://pensamenteando.com/2009/08/03/marzao-digital/#comment-13839</link>
		<dc:creator><![CDATA[Como falar sobre o que você não leu &#171; Pensamenteando]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 12:01:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pensamenteando.com/?p=848#comment-13839</guid>
		<description><![CDATA[[...] Contato          &#171; Marzão&#160;Digital [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Contato          &laquo; Marzão&nbsp;Digital [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André HP</title>
		<link>http://pensamenteando.com/2009/08/03/marzao-digital/#comment-13838</link>
		<dc:creator><![CDATA[André HP]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 13:34:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pensamenteando.com/?p=848#comment-13838</guid>
		<description><![CDATA[Entendi sua resposta como um &quot;esparramamos todos os feijões, e então selecionaremos os melhores&quot;.

E é uma prática inteligente.

Agora entra os profissionais de conteúdo informacional em entenderem o mais relevante, difundindo o mesmo. Sem perdas. E mais rentável.

E aos profissionais de TI, desenvolverem e pensarem tecnologias que facilitem a &quot;escolha dos feijões&quot;.

O Twitter ilustra um pouco uma das formas de coações. Poderíamos chamar de &quot;coação social&quot;, uma vez que o relevante é dissipado de acordo com critérios pessoais, mas que sejam de interesse coletivo. E nunca o contrário.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Entendi sua resposta como um &#8220;esparramamos todos os feijões, e então selecionaremos os melhores&#8221;.</p>
<p>E é uma prática inteligente.</p>
<p>Agora entra os profissionais de conteúdo informacional em entenderem o mais relevante, difundindo o mesmo. Sem perdas. E mais rentável.</p>
<p>E aos profissionais de TI, desenvolverem e pensarem tecnologias que facilitem a &#8220;escolha dos feijões&#8221;.</p>
<p>O Twitter ilustra um pouco uma das formas de coações. Poderíamos chamar de &#8220;coação social&#8221;, uma vez que o relevante é dissipado de acordo com critérios pessoais, mas que sejam de interesse coletivo. E nunca o contrário.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Jacqueline Lafloufa</title>
		<link>http://pensamenteando.com/2009/08/03/marzao-digital/#comment-13837</link>
		<dc:creator><![CDATA[Jacqueline Lafloufa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 13:20:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pensamenteando.com/?p=848#comment-13837</guid>
		<description><![CDATA[Raphael,
Concordo com vc: melhor ter excesso e poder selecionar dentro dele, do que a escassez.

Entretanto, não acredito que a web consiga realmente manter as coisas sempre acessíveis. Muitas vezes perdemos informações pela falta do hábito do &quot;leitor cuidadoso&quot;, que guarda a informação. Guardamos links, e por vezes eles &quot;quebram&quot;, as informações mudam de lugar e não existe redirecionamento, e nesse ponto acabamos decepcionados, pois ao tentar guardar a informação, acreditando na perenidade da rede, acabamos sem ela.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Raphael,<br />
Concordo com vc: melhor ter excesso e poder selecionar dentro dele, do que a escassez.</p>
<p>Entretanto, não acredito que a web consiga realmente manter as coisas sempre acessíveis. Muitas vezes perdemos informações pela falta do hábito do &#8220;leitor cuidadoso&#8221;, que guarda a informação. Guardamos links, e por vezes eles &#8220;quebram&#8221;, as informações mudam de lugar e não existe redirecionamento, e nesse ponto acabamos decepcionados, pois ao tentar guardar a informação, acreditando na perenidade da rede, acabamos sem ela.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Jacqueline Lafloufa</title>
		<link>http://pensamenteando.com/2009/08/03/marzao-digital/#comment-13836</link>
		<dc:creator><![CDATA[Jacqueline Lafloufa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 13:15:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pensamenteando.com/?p=848#comment-13836</guid>
		<description><![CDATA[André,
Bom ponto.

Eu acredito que buscaremos cada vez mais a &quot;relevância das informações&quot; principalmente por falta de tempo de consumir.
A princípio, achar diversas coisas interessantes e importantes é normal, mas a partir do momento em que o tempo fica escasso, é preciso selecionar melhor essa &quot;importância&quot;.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>André,<br />
Bom ponto.</p>
<p>Eu acredito que buscaremos cada vez mais a &#8220;relevância das informações&#8221; principalmente por falta de tempo de consumir.<br />
A princípio, achar diversas coisas interessantes e importantes é normal, mas a partir do momento em que o tempo fica escasso, é preciso selecionar melhor essa &#8220;importância&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Raphael</title>
		<link>http://pensamenteando.com/2009/08/03/marzao-digital/#comment-13831</link>
		<dc:creator><![CDATA[Raphael]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 19:44:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pensamenteando.com/?p=848#comment-13831</guid>
		<description><![CDATA[Não sei se ainda é possível considerar a internet como prelúdio da efetiva e irrestrita liberdade de informação e opinião. Tenho dúvidas sobre como considerá-la porque parece-me que ela já atingiu esse objetivo de modo completo. Hoje, com o advento dos blogs, qualquer um pode veicular suas opiniões sobre o que bem entender sem necessidade  de outro canal funcionando como intermediário. Não só. Diferente de mídias impressas como o jornal, esses textos não terminarão no lixo ou reciclados, mas  permanecerão preservados no espaço virtual. Esse, na verdade, é um dos grandes méritos do “mar digital”. O texto publicado não tem limite em sua vida, pode ser lido tanto no dia da publicação como anos depois. Sua existência não depende do leitor cuidadoso que guarda as páginas de uma edição qualquer em seu baú.

O novo paradigma da informação também termina refletindo e refutando idéias anacrônicas de regulamentação. Em tempos que os direitos e garantias fundamentais da manifestação do pensamento e da liberdade têm sua eficácia levada ao extremo graças à internet, propostas como  regulamentação que restrinja o exercício do jornalismo não podem nem poderiam florescer. 

O volume de opções de informações disponível é, penso, ponto positivo. Peca-se pelo excesso, preço não tão ruim.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se ainda é possível considerar a internet como prelúdio da efetiva e irrestrita liberdade de informação e opinião. Tenho dúvidas sobre como considerá-la porque parece-me que ela já atingiu esse objetivo de modo completo. Hoje, com o advento dos blogs, qualquer um pode veicular suas opiniões sobre o que bem entender sem necessidade  de outro canal funcionando como intermediário. Não só. Diferente de mídias impressas como o jornal, esses textos não terminarão no lixo ou reciclados, mas  permanecerão preservados no espaço virtual. Esse, na verdade, é um dos grandes méritos do “mar digital”. O texto publicado não tem limite em sua vida, pode ser lido tanto no dia da publicação como anos depois. Sua existência não depende do leitor cuidadoso que guarda as páginas de uma edição qualquer em seu baú.</p>
<p>O novo paradigma da informação também termina refletindo e refutando idéias anacrônicas de regulamentação. Em tempos que os direitos e garantias fundamentais da manifestação do pensamento e da liberdade têm sua eficácia levada ao extremo graças à internet, propostas como  regulamentação que restrinja o exercício do jornalismo não podem nem poderiam florescer. </p>
<p>O volume de opções de informações disponível é, penso, ponto positivo. Peca-se pelo excesso, preço não tão ruim.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André HP</title>
		<link>http://pensamenteando.com/2009/08/03/marzao-digital/#comment-13826</link>
		<dc:creator><![CDATA[André HP]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 15:47:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://pensamenteando.com/?p=848#comment-13826</guid>
		<description><![CDATA[Eu não sei se a maior dificuldade da Modernidade Líquida (Bauman) seja a coação de informações, uma vez que, como o supracitado, somos bombardeado por elas.

Eu acho que o maior desafio, hoje, é pensar em qual é a utilidade da informação. Já parou para pensar o tanto que consideramos relevante e no fim é supérfluo? 

Eu acho que não procuramos as &quot;informações relevantes&quot;, e sim a &quot;relevância das informações&quot;. E esse processo é menos eficiênte.

Lemos algo, memorizamos o que achamos razoavelmente necessário, e tentamos que aquele conteúdo/conhecimento seja pragmático. 

Deixo uma provocação: a necessidade gerou a informação, ou a informação gerou a necessidade?]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não sei se a maior dificuldade da Modernidade Líquida (Bauman) seja a coação de informações, uma vez que, como o supracitado, somos bombardeado por elas.</p>
<p>Eu acho que o maior desafio, hoje, é pensar em qual é a utilidade da informação. Já parou para pensar o tanto que consideramos relevante e no fim é supérfluo? </p>
<p>Eu acho que não procuramos as &#8220;informações relevantes&#8221;, e sim a &#8220;relevância das informações&#8221;. E esse processo é menos eficiênte.</p>
<p>Lemos algo, memorizamos o que achamos razoavelmente necessário, e tentamos que aquele conteúdo/conhecimento seja pragmático. </p>
<p>Deixo uma provocação: a necessidade gerou a informação, ou a informação gerou a necessidade?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

