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	<title>Comentários sobre: Crash &#8211; No Limite</title>
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	<description>Um blog sobre pensamentos.</description>
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		<title>Por: Edson Viana</title>
		<link>http://pensamenteando.com/2006/04/08/crash-no-limite/#comment-13652</link>
		<dc:creator><![CDATA[Edson Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 02:43:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Obrigado Ricador aproveitando a resposta dos colegas acima, vou ser franco &quot;VLW ricardo usei seu comentario no meu trabalho de Psicologia&quot;]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado Ricador aproveitando a resposta dos colegas acima, vou ser franco &#8220;VLW ricardo usei seu comentario no meu trabalho de Psicologia&#8221;</p>
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		<title>Por: Lygia</title>
		<link>http://pensamenteando.com/2006/04/08/crash-no-limite/#comment-13651</link>
		<dc:creator><![CDATA[Lygia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 20:14:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ricardo usei sua opiniao no meu trab d Antropologia xDDDDDDDDd
vlw msm kra meu boletin e meu pesococo te agradecem[2 votos modificados]

AOAKSOAKSOKAS Ricardo Salvador de boletins \o/]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ricardo usei sua opiniao no meu trab d Antropologia xDDDDDDDDd<br />
vlw msm kra meu boletin e meu pesococo te agradecem[2 votos modificados]</p>
<p>AOAKSOAKSOKAS Ricardo Salvador de boletins \o/</p>
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		<title>Por: Nestor Suzart</title>
		<link>http://pensamenteando.com/2006/04/08/crash-no-limite/#comment-13572</link>
		<dc:creator><![CDATA[Nestor Suzart]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2008 23:47:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ricardo usei sua opiniao no meu trab d historia xDDDDDDDDd




vlw msm kra meu boletin e meu pesococo te agradecem]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ricardo usei sua opiniao no meu trab d historia xDDDDDDDDd</p>
<p>vlw msm kra meu boletin e meu pesococo te agradecem</p>
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		<title>Por: sabino</title>
		<link>http://pensamenteando.com/2006/04/08/crash-no-limite/#comment-13510</link>
		<dc:creator><![CDATA[sabino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 15:12:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um filme muito comentado pela mensagen passada. Realmete ecelente. voce poder assistir, é ver o mundo de um modo real em relaçao ao preconceito, intolerância, pessoas de bem que lída com isso em seu cotidiano.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um filme muito comentado pela mensagen passada. Realmete ecelente. voce poder assistir, é ver o mundo de um modo real em relaçao ao preconceito, intolerância, pessoas de bem que lída com isso em seu cotidiano.</p>
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		<title>Por: Ricardo Salles</title>
		<link>http://pensamenteando.com/2006/04/08/crash-no-limite/#comment-13451</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Salles]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 03:49:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Filme mostra a realidade de muitos casais que sofrem com o &quot;TOC&quot;, de muitos policiais que ganham mal, vivem em favelas as vezes tem de lavar suas roupas escondidas... vivem sem dignidade(como podem dar segurança?).
Mostra o abandono do sistema de Saúde Pública que faz com que o cidadão de bem procure o Sistema Privado, e quando esse necessita... não pode usar.... Mostra o amor, o contato .... mostra tudo... mostra a nossa vida... que esta interligada a outras que nem sabemos que existem...

Assistir a &quot;Crash&quot; deveria ser quase uma obrigação.

Poucas vezes temos a oportunidade de ver um filme que atinge sua meta sem tematizá-la.
A problemática do preconceito está presente em cada cena, estapeando-nos na cara, mas, em momento algum, ela é verbalizada.

A primeira comparação a ser feita é com o magnífico roteiro de Paul Thomas Anderson para &quot;Magnólia&quot;. Tanto neste filme quanto em &quot;Crash&quot;, nós nos enveredamos num labirinto de vidas e de frustrações. Pessoas completamente diferentes, mergulhadas no mesmo mundo, tocando-se cotidianamente, confrontando-se, compreendendo-se.

Em &quot;Magnólia&quot;, Anderson nos apresenta o afastamento, o distanciamento.
Em &quot;Crash&quot;, Paul Haggis nos apresenta a proximidade, os acidentes (de onde vem o título) que nos forçam a reconhecer o outro como pertencente ao mesmo universo que nós.

A trama é fragmentada em vários núcleos narrativos, todos imersos em sua apreensão de mundo e em seus preconceitos próprios.
Há o caucasiano com preconceito em relação aos negros e latinos; há os negros com preconceitos dos brancos e dos próprios negros; há árabes (categorização que inclui, no filme, todos os muçulmanos, mesmo que a maioria islâmica do mundo não seja falante do árabe ou nascida na Arábia Saudita) com preconceito dos latinos; há os chineses, os porto-riquenhos, os tailandeses, os pobres, os ricos, os bandidos, os policiais e há mesmo aqueles que nem possuem classificação.

&quot;Crash&quot; demonstra, com um realismo surpreendente, que preconceito e discriminação não é um &quot;privilégio&quot; dos brancos burgueses, que todos nós, independentes de raça e classe social, já possuímos uma pré-compreensão do mundo que nos circunda e que é através dela que escolhemos nossos círculos de amizade, os ambientes que freqüentamos e as pessoas que costumamos evitar. Não se trata de algo racional, fundamentado em teorias eugênicas, mas sim a própria constituição nossa, enquanto seres humanos, de julgar o próximo e lidar com ele através deste julgamento.

Há um desamparo terrível nesta constatação, como se, para esta falta de tolerância, não houvesse solução. Mas a arte - mesmo que não tenha de possuir esta atribuição - é um modo de voltarmos nosso olhar sobre nós mesmos e percebermos que também fazemos parte deste ciclo de ódio, que, se um filme como &quot;Crash&quot; existe, é porque nós permitimos e, mais do que isto, contribuímos que para chegássemos a este ponto.

Acredita-se que o filme de Haggis simboliza a América pós-11-de-setembro. Nada mais equivocado do que isto. O filme de Haggis simboliza a humanidade, desde seus primórdios pré-históricos até hoje. Nossa época, longe de ser a fundadora do preconceito, apenas o acentua dia após dia.

Infelizmente, &quot;Crash&quot; é a história do nosso cotidiano...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Filme mostra a realidade de muitos casais que sofrem com o &#8220;TOC&#8221;, de muitos policiais que ganham mal, vivem em favelas as vezes tem de lavar suas roupas escondidas&#8230; vivem sem dignidade(como podem dar segurança?).<br />
Mostra o abandono do sistema de Saúde Pública que faz com que o cidadão de bem procure o Sistema Privado, e quando esse necessita&#8230; não pode usar&#8230;. Mostra o amor, o contato &#8230;. mostra tudo&#8230; mostra a nossa vida&#8230; que esta interligada a outras que nem sabemos que existem&#8230;</p>
<p>Assistir a &#8220;Crash&#8221; deveria ser quase uma obrigação.</p>
<p>Poucas vezes temos a oportunidade de ver um filme que atinge sua meta sem tematizá-la.<br />
A problemática do preconceito está presente em cada cena, estapeando-nos na cara, mas, em momento algum, ela é verbalizada.</p>
<p>A primeira comparação a ser feita é com o magnífico roteiro de Paul Thomas Anderson para &#8220;Magnólia&#8221;. Tanto neste filme quanto em &#8220;Crash&#8221;, nós nos enveredamos num labirinto de vidas e de frustrações. Pessoas completamente diferentes, mergulhadas no mesmo mundo, tocando-se cotidianamente, confrontando-se, compreendendo-se.</p>
<p>Em &#8220;Magnólia&#8221;, Anderson nos apresenta o afastamento, o distanciamento.<br />
Em &#8220;Crash&#8221;, Paul Haggis nos apresenta a proximidade, os acidentes (de onde vem o título) que nos forçam a reconhecer o outro como pertencente ao mesmo universo que nós.</p>
<p>A trama é fragmentada em vários núcleos narrativos, todos imersos em sua apreensão de mundo e em seus preconceitos próprios.<br />
Há o caucasiano com preconceito em relação aos negros e latinos; há os negros com preconceitos dos brancos e dos próprios negros; há árabes (categorização que inclui, no filme, todos os muçulmanos, mesmo que a maioria islâmica do mundo não seja falante do árabe ou nascida na Arábia Saudita) com preconceito dos latinos; há os chineses, os porto-riquenhos, os tailandeses, os pobres, os ricos, os bandidos, os policiais e há mesmo aqueles que nem possuem classificação.</p>
<p>&#8220;Crash&#8221; demonstra, com um realismo surpreendente, que preconceito e discriminação não é um &#8220;privilégio&#8221; dos brancos burgueses, que todos nós, independentes de raça e classe social, já possuímos uma pré-compreensão do mundo que nos circunda e que é através dela que escolhemos nossos círculos de amizade, os ambientes que freqüentamos e as pessoas que costumamos evitar. Não se trata de algo racional, fundamentado em teorias eugênicas, mas sim a própria constituição nossa, enquanto seres humanos, de julgar o próximo e lidar com ele através deste julgamento.</p>
<p>Há um desamparo terrível nesta constatação, como se, para esta falta de tolerância, não houvesse solução. Mas a arte &#8211; mesmo que não tenha de possuir esta atribuição &#8211; é um modo de voltarmos nosso olhar sobre nós mesmos e percebermos que também fazemos parte deste ciclo de ódio, que, se um filme como &#8220;Crash&#8221; existe, é porque nós permitimos e, mais do que isto, contribuímos que para chegássemos a este ponto.</p>
<p>Acredita-se que o filme de Haggis simboliza a América pós-11-de-setembro. Nada mais equivocado do que isto. O filme de Haggis simboliza a humanidade, desde seus primórdios pré-históricos até hoje. Nossa época, longe de ser a fundadora do preconceito, apenas o acentua dia após dia.</p>
<p>Infelizmente, &#8220;Crash&#8221; é a história do nosso cotidiano&#8230;</p>
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		<title>Por: Lilita</title>
		<link>http://pensamenteando.com/2006/04/08/crash-no-limite/#comment-13443</link>
		<dc:creator><![CDATA[Lilita]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Jan 2008 12:06:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O filme é espectacular...
Retrata aquilo que é o racismo de uma forma esplêndida.

Siplesmente &quot;The Best&quot;.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O filme é espectacular&#8230;<br />
Retrata aquilo que é o racismo de uma forma esplêndida.</p>
<p>Siplesmente &#8220;The Best&#8221;.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Pâmela</title>
		<link>http://pensamenteando.com/2006/04/08/crash-no-limite/#comment-12934</link>
		<dc:creator><![CDATA[Pâmela]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Nov 2007 18:11:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O filme realmente nos faz fazer uma pergunta para nós mesmos: será que eu me conheço realmente?
às vezes cometemos preconceitos e nao percebemos. É um ótimo filme!!!!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O filme realmente nos faz fazer uma pergunta para nós mesmos: será que eu me conheço realmente?<br />
às vezes cometemos preconceitos e nao percebemos. É um ótimo filme!!!!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: simone araújo maia</title>
		<link>http://pensamenteando.com/2006/04/08/crash-no-limite/#comment-12705</link>
		<dc:creator><![CDATA[simone araújo maia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 21:58:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[não consegui ver o trellar do filme]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>não consegui ver o trellar do filme</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Babel, o filme em forma de 9 &#171; Pensamenteando</title>
		<link>http://pensamenteando.com/2006/04/08/crash-no-limite/#comment-7376</link>
		<dc:creator><![CDATA[Babel, o filme em forma de 9 &#171; Pensamenteando]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Feb 2007 14:30:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] jeito de contar a história lembrou bastante o filme Crash, pela interligação dos &#8220;mundos&#8221;, pela forma de interação. Meninos marroquinos [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] jeito de contar a história lembrou bastante o filme Crash, pela interligação dos &#8220;mundos&#8221;, pela forma de interação. Meninos marroquinos [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Jackeline Leão</title>
		<link>http://pensamenteando.com/2006/04/08/crash-no-limite/#comment-11</link>
		<dc:creator><![CDATA[Jackeline Leão]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2006 16:12:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma historia boa sobre limites intolerância e preconceitos.
Crash – No Limite é mais do que um estudo sobre preconceito e violência; é, acima de tudo, uma visão sensível sobre a natureza humana. Graças à série de histórias que se entrecruzam, podemos perceber como alguém que num minuto é visto como &#039;vilão&#039; pode surgir, no instante seguinte, como uma pessoa digna de respeito e admiração]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma historia boa sobre limites intolerância e preconceitos.<br />
Crash – No Limite é mais do que um estudo sobre preconceito e violência; é, acima de tudo, uma visão sensível sobre a natureza humana. Graças à série de histórias que se entrecruzam, podemos perceber como alguém que num minuto é visto como &#8216;vilão&#8217; pode surgir, no instante seguinte, como uma pessoa digna de respeito e admiração</p>
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